Translate

domingo, 4 de agosto de 2013

POLÍTICA !

Senado analisa o fim da aposentadoria para juízes que cometem falhas graves



22d7931f39f781608422ca9adfac8d10.jpg
Os autores da proposta criticam as brechas deixadas pela atual legislação
Foto: divulgação

A partir da semana que vem, senadores devem retomar os debates sobre o fim da aposentadoria compulsória de juízes afastados por crimes de corrupção. A medida prevista na proposta de emenda à Constituição (PEC) 53/2011 divide posições no Congresso e levou um grupo de magistrados a tentar um acordo com os parlamentares. A mobilização fez com que a PEC fosse retirada de pauta no mês passado por um pedido de vista da Mesa Diretora.

Os autores da proposta, entre eles o senador Humberto Costa, criticam as brechas deixadas pela atual legislação que permite que juízes que cometeram falhas graves sejam punidos com a aposentadoria, recebendo integralmente os benefícios. De acordo com esse grupo de parlamentares, a punição se transforma em um prêmio.

O relator da proposta, senador Blairo Maggi, reconheceu a necessidade de aperfeiçoar o regime disciplinar aplicado tanto aos magistrados quanto aos membros do Ministério Público. Maggi também é relator de outra proposta que prevê possibilidades de aplicação de penas de demissão e cassação de aposentadoria de promotores e procuradores. Para o relator, as duas matérias deveriam estar incluídas em um mesmo texto que trataria tanto de penalidades de juízes quanto de membros do Ministério Público.

Maggi defende que nos casos de crimes que preveem a perda do cargo o Conselho Nacional de Justiça ou o Conselho Nacional do Ministério Público ficariam obrigados a representar ao Ministério Público para que esse proponha ação judicial para a perda do cargo, no prazo de trinta dias, em regime de tramitação preferencial. Nesse caso, a Justiça poderia determinar a suspensão cautelar das funções do juiz, promotor ou procurador e essa ação judicial não impediria que outras punições disciplinares fossem aplicadas.

No caso de crimes hediondos e equiparados, corrupção ativa e passiva, peculato, na modalidade dolosa, concussão e outros ilícitos graves definidos em lei complementar, juízes e membros do Ministério Público seriam colocados em disponibilidade com subsídios proporcionais, até que a ação judicial fosse concluída, sem a penalidade da aposentadoria.

“Com a colocação em disponibilidade o agente público terá uma redução em sua remuneração e, por ficar, ainda, vinculado à respectiva carreira, manterá os impedimentos que, conforme estamos propondo no substitutivo, serão integralmente aplicados nessa situação”, destacou Maggi. A proposta é que o magistrado, promotor ou procurador não possa advogar ou prestar consultoria nesse período.

“Com essas alterações, acreditamos ter avançado até onde era possível, dentro dos parâmetros constitucionais, para alcançar um regime previdenciário que garanta a punição daqueles poucos maus profissionais existentes na magistratura e no Ministério Público”, disse o senador.

Uma das principais críticas de magistrados e do Ministério Público é que a PEC ameaça o princípio constitucional da vitaliciedade. Esse princípio que impede que esses profissionais sejam afastados ou demitidos é apontado como uma das principais garantias da autonomia do Judiciário.

O relator ainda quer incluir outras mudanças no texto. Uma delas é a alteração que transfere para os tribunais funções que hoje são exercidas pelo Presidente da República, como promoção de juízes por antiguidade e merecimento.
Fonte: Agência Brasil

REFORMA POLÍTICA JÁ !

Movimentos sociais duvidam que reforma política saia do papel.



Sob a descrença de movimentos sociais, os deputados que fazem parte do grupo de trabalho da reforma política da Câmara terão o desafio de chegar na próxima semana a um texto que concilie os interesses dentro e fora do Congresso. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) questiona o sucesso da discussão do tema no Congresso. “Há um pessimismo sobre o que este Congresso pode produzir sobre reforma política”, disse o advogado especialista em direito eleitoral do MCCE, Luciano Santos. Para ele, até agora, todas as vezes que deputados e senadores se movimentaram “foi para retroceder, facilitar a vida de quem hoje já detém mandato”.
O advogado lembrou que a mais recente comissão fracassada sobre o tema, que teve como relator do deputado gaúcho Henrique Fontana (PT), trabalhou por mais de dois anos. A proposta foi engavetada antes de ser votada em plenário. “Foi gasto muito dinheiro nisso, a comissão realizou audiências públicas em todo o país”, disse.
Hoje o projeto (PL 5735/13) que serve de base para a discussão do novo grupo que trata do assunto tem vários pontos polêmicos como o que autoriza candidatura de quem teve as contas rejeitadas pela Justiça Eleitoral. Ainda pela proposta, as despesas pessoais do candidato, como deslocamento em automóvel próprio, remuneração de motorista particular, alimentação, hospedagem e chamadas telefônicas de até três linhas registradas no nome do candidato não precisarão ser comprovadas na prestação de contas.
Na avaliação de movimentos que militam nessa causa, a única alternativa viável para uma verdadeira reforma política é a aprovação de um projeto de iniciativa popular. Duas propostas estão em fase de recolhimento de assinaturas. A do MCCE batizada de eleições limpas, sugere em um dos pontos a adoção do sistema eleitoral em dois turnos para o legislativo. “No primeiro turno o eleitor votaria só na plataforma do partido e no segundo turno escolheria que candidato deveria executar o plano”, explicou Luciano Santos.
A outra proposta, elaborada pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político,  propõe um texto mais amplo que do MCCE: defende que determinados temas como, por exemplo, aumento dos salários dos parlamentares, grandes obras e privatizações, só possam ser decididos pelo povo por meio de plebiscito e referendo. Para que um projeto de iniciativa popular seja apresentado ao Congresso é necessário que ele venha avalizado por 1,5 milhão de assinaturas.
Para que as novas regras tenham validade nas eleições de 2014, o texto teria de ser votado pelo Congresso e sancionado pela presidenta Dilma Rousseff até o dia 3 de outubro. A dois meses do fim desse prazo representantes dos movimentos reconhecem que as chances são pequenas.
Na avaliação da Plataforma dos Movimentos Sociais apesar de chamar de reforma política, o Congresso até hoje só propôs mudanças restritas à questão eleitoral. “O Congresso nunca aceitou, por exemplo, o fortalecimento de mecanismos democráticos de participação popular. Uma proposta de reforma política tem que pensar numa melhor representação dos grupos: mulheres, negros, indígenas e homoafetivos”, ressaltou José Antônio Moroni, membro da Plataforma.
Na tentativa de mostrar transparência e disposição de ouvir a sociedade foi lançada há pouco mais de uma semana, dentro do portal da Câmara dos Deputados, uma comunidade virtual para discutir o tema. A ferramenta já teve mais de 16 mil acessos. O financiamento de campanha e sistema eleitoral são os assuntos que mais despertaram interesse até agora.
Sobre financiamento de campanha, Geraldo César Rodrigues, participante de um dos fóruns, defendeu que ele passe a ser exclusivamente público. “Doações podem sugerir sutilmente tráfico de influência e troca de favores - ou intenções de favorecimento - no meio político”. Para ele, campanhas eleitorais financiadas exclusivamente com recursos públicos inibem essas práticas.
“Penso que não se deva proibir a doação de pessoas físicas. Foi com base nessas doações que Obama se elegeu. O que é preciso é estabelecer limites. Além disso, a doação de pessoas físicas pressupõe a participação efetiva do cidadão que puder contribuir. O financiamento exclusivo não impede a existência de caixa-dois pelos candidatos poderosos”, avaliou outro participante, Claudionor Rocha.
Para a coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), o canal virtual que foi aberto para receber sugestões da sociedade não supre a necessidade de novos debates com a sociedade. Ela acredita que a proposta em discussão é um grande retrocesso para o país já que estimula o abuso do poder econômico e flexibiliza a Lei da Ficha Limpa.
Ainda segundo a deputada, os protestos de junho, realizados em várias cidades brasileiras, não explicitaram com força a necessidade de realização de uma reforma política no país. Erundina lembrou ainda que na legislatura passada, a Frente apresentou uma proposta que nem sequer chegou a ser votada na Comissão de Legislação Participativa da Câmara. “Na verdade não há vontade política. O Congresso não vai dar uma resposta a todo esse marco legal que está obsoleto. Lamentavelmente será mais uma frustração que só contribui para desqualificar o poder legislativo”, disse.
Fonte: AGÊNCIA BRASIL

MAIS UM DOMINGO DE FUTEBOL NO ENGENHO MARANGUAPE


Neste domingo ( 5 ), tivemos mais  uma  rodada  do campeonato  aberto  de  futebol  do  Engenho  Maranguape.
No  1º  jogo  tivemos   Caranguejo  ( Maranguape II )  0   x   0   Vitoria  (   Beira  Mar  ). Com  arbitragem de  Marcos  Ferreira,  com  assistência  na  bandeira  1  de  Romildo  Bernadino  e  na  bandeira  2  Leonardo  Silveira.









No  segundo  jogo  da  rodada  tivemos  Paulista  (  Maranguape  I I  )   2   X   1   Barca  (  Maranguape I )    Com  arbitragem de  Leonardo  Silveira   com  assistência  na  bandeira  1  de  Romildo  Bernadino  e  na  bandeira  2  Marcos  Ferreira.










O Campeonato  Aberto  de  Futebol  do  Engenho  Maranguape ,  tem  a  Realização  de  MOI, e  o  apoio  cultural  da  Prefeitura  Municipal  do  Paulista prefeito  JUNIOR  MATUTO  e  do  Vereador  ALDO  TRAJANO  juntos  fazendo  acontecer  com Atitude  e  Trabalho  em  prol  do futebol amador  da  nossa cidade.    

sábado, 3 de agosto de 2013

Viaduto de Ouro Preto será entregue nesta 2ª




Como parte do Corredor Exclusivo de Ônibus Norte/Sul, o segundo viaduto deverá ser entregue à população, na próxima segunda-feira (5). A inauguração será realizada pelo governador Eduardo Campos, às 11h, na rodovia PE-15. Localizado no bairro de Ouro Preto, o viaduto foi batizado de Senador Nivaldo Rodrigues Machado. O primeiro foi o viaduto Bajado, em Bultrins, que foi liberado desde fevereiro de 2013.
De acordo com o Governo, o Corredor Exclusivo de BRT do eixo Norte-Sul faz parte do Programa Estadual de Mobilidade Urbana (Promob), responsável pela implantação de 100 quilômetros de corredores exclusivos do Transporte Rápido por Ônibus (TRO), na Região Metropolitana do Recife.

SENTENÇA !


Policiais militares são condenados a pena de 624 anos de prisão por 52 mortes no Massacre do Carandiru

 
                       Blog de cineengenho : CINE ENGENHO, SENTENÇA !
Os sete jurados que compõem o conselho de sentença decidiram, na madrugada de hoje (3) condenar os 25 policiais militares pela ação policial que resultou na morte de 52 detentos no terceiro pavimento do Pavilhão 9 da extinta Casa de Detenção do Carandiru.
Eles foram condenados a 624 anos de prisão, cada um, por homicídio qualificado (com pena mínima de 12 anos para cada crime, ou seja, para cada uma das mortes) a ser cumprida inicialmente em regime fechado. O juiz RodrigoTellini de Aguirre Camargo também determinou a perda do cargo público para os policiais que continuam na ativa. Os réus poderão recorrer em liberdade.
Os jurados demoraram cinco horas para responder as 7,3 mil questões que decidiram a sentença. Eles tiveram que responder a quatro perguntas para cada uma das 73 vítimas do massacre, multiplicado pelo número de réus. As perguntas se referiam à materialidade, ou seja, questionou se houve crime; autoria (se o réu foi o autor do crime); absolvição e qualificadora (ações que podem ter agravado o crime). Apesar dos promotores do caso terem pedido a absolvição dos réus para 21 das 73 mortes, os jurados precisaram responder às perguntas referentes também a essas vítimas.
Esta foi a segunda etapa do julgamento. Na primeira delas, ocorrida em abril, 23 policiais militares, também todos da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), foram condenados pela morte de 13 detentos, ocorrida no segundo pavimento. Ainda estão previstos outros dois julgamentos referentes às mortes de detentos ocorridas nos outros dois pavimentos do Pavilhão 9, mas as datas ainda não foram definidas.
O julgamento trata da ação policial destinada a reprimir uma rebelião de presos no dia 2 de outubro de 1992, ocorrida na Casa de Detenção do Carandiru. Nesse dia, 111 detentos foram mortos. O caso ficou conhecido como o maior massacre de presídiários no país.
Antes de anunciar a sentença, O juiz RodrigoTellini de Aguirre Camargo disse que "este é certamente o processo mais complexo da Justiça brasileira". Ele elogiou os jurados, destacando "a conduta e o empenho" que demonstraram durante toda a semana de julgamento.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

EM BUSCA DA MELHOR QUALIDADE VIDA DOS MUNÍCIPES DE PAULISTA .



Vereador ALDO TRAJANO acompanha o prefeito Junior Matuto em visita  com a Foz Pernambuco para promoção de mutirão nos esgotos do Paulista
        Na ultima quarta feira ( 31 ) o vereador  ALDO TRAJANO, acompanhou o prefeito Junior Matuto e os dirigentes da Foz visitaram Maranguape II. Na comunidade, uma das mais afetadas por falhas na operação do sistema de esgotamento sanitário, os técnicos percorreram as margens do canal da Avenida F – um dos trechos severamente castigados com a exposição de dejetos na via pública. O grupo também inspecionou a estação de tratamento de esgoto da Compesa existente na localidade.  Simultaneamente ao mutirão, a Foz estará recebendo e solucionando as demandas apresentadas pela população de todas as localidades do Paulista. A meta da empresa é solucionar os problemas apontados pela sociedade em até 48 horas. Segundo  o  vereador informou que ¨ Muito  importante  para  a  nossa  cidade  o  começo dessa ação, onde irar da um passo  importantíssimo   para  melhorar  a  qualidade  de  vida  dos  nossos  munícipe¨.  
           

CONTENÇÃO DO MAR EM PAULISTA






Paulista inicia obras de engorda natural para conter avanço do mar em Pau Amarelo  
         A nova gestão da Prefeitura do Paulista deflagra nesta sexta-feira (02.08), às 10h, as obras de contenção do avanço do mar no bairro de Pau Amarelo. O município optou pela utilização da técnica Bagwall para promover a recomposição da área degrada pela força das águas e devolver a praia aos banhistas. A estratégia, que consiste numa engorda natural, vai contemplar uma faixa de dois quilômetros de extensão de praia. O trabalho tem início pela Rua Nossa Senhora Aparecida, nas proximidades do Forte, e se estenderá até a Rua Malta, no limite com o bairro de Nossa Senhora do Ó. O investimento, oriundo de uma parceria com o Ministério da Integração Nacional, é de R$ 14,3 milhões e as atividades estão programadas para ocorrer num prazo de seis meses.  
           O serviço inicialmente será concentrado num trecho de 700 metros de extensão. Nesse primeiro momento as secretaria de Meio Ambiente e de Infraestrutura prevêem a aplicação de um montante financeiro em torno de R$ 4,8 milhões.
           Para propiciar a execução da obra, a prefeitura foi obrigada a realizar algumas intervenções prévias. Os muros das residências, construídos além dos limites da avenida da orla, tiveram de ser removidos. Entendimentos também ocorreram com os poucos comerciantes que ainda negociavam no setor degradado. Eles posteriormente serão devidamente reordenados com o fim das obras.
SERVIÇO:
O secretário de Meio Ambiente, Fábio Barros, vai estar à disposição dos jornalistas, a partir das 9h30, na Rua Nossa Senhora Aparecida, em Pau Amarelo. (A rua fica no lado oposto ao reservatório da Compesa, na Avenida Cláudio José Gueiros Leite).
CONTATO:  
Fábio Barros – secretário de Meio Ambiente do Paulista – 8788.3818.