Comissão relatou ainda que oposição também cometeu crimes de guerra.
Relatório compreende o período entre 15 de maio e 15 de julho.
Um relatório da comissão de investigadores da Organização das Nações Unidas (ONU) diz que a Síria cometeu "crimes contra a humanidade" e que a oposição ao governo de Bashar al-Assad e cometeu "crimes de guerra".
A Comissão menciona, sem poder confirmar, "acusações relacionadas à utilização de armas químicas, principalmente pelas forças governamentais".
"Com base nas provas atualmente disponíveis, não foi possível chegar a uma conclusão sobre os agentes químicos utilizados, seu sistema vetor ou os autores destes atos. As investigações continuam", afirma o documento.
"As forças governamentais e seus partidários continuaram executando ataques generalizadoscontra a população civil, cometendo assassinatos, torturas, estupros e desaparecimentos forçados, que constituem crimes contra a humanidade", afirma o relatório.
O documento também denuncia as "forças antigovernamentais, que cometeram crimes de guerra, assassinatos, execuções sumárias, atos de tortura, sequestros e ataques contra objetivos protegidos".
A Comissão de Investigação dirigida por quatro juristas internacionais apresentou o relatório sobre o período de 15 de maio a 15 de julho de 2013 ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. O documento deve ser entregue posteriormente ao Conselho de Segurança
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